E EM ÁGUAS QUANDO? I
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CORRUPTOLOGIA NATIVA
ADIVINHAÇÕES I
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A notável inaptidão do site oficial:
Falta água, cai ponte e sem informações!
Águas de São Pedro, aquela cidade que a administração de Marcelo da Silva Bueno batizou como ESPECIAL POR NATUREZA, entrou em tempos cruciais.
Seus políticos sempre acreditaram -e até há poucos dias atrás também - que ela seria uma pérola eterna, num mundo rodeado de conflitos.
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Ledo engano.
Ela é tão frágil como qualquer outra comunidade, sujeita que está às intemperanças, tanto da Natureza como dos homens, especialmente destes.

Em aproximadamente sete dias colapsou.
O fornecimento de água cessou, pela ruptura da barragem do Limoeiro, no dia 11 de Janeiro.
E a ponte sobre o rio Araquá, às portas da cidade, desabou, poucas horas antes do dia de hoje – 18 de Janeiro – bloqueando a estrada SP-304, entre Piracicaba-Águas de São Pedro.

Sobre a interrupção de água potável não encontramos nenhuma notícia no site oficial da Prefeitura
Sobre a suspensão do trânsito na SP-304, unicamente um palpite datado no dia 07 de Janeiro e no horário das sete horas e alguns minutos, informando sobre a frágil situação da ponte sobre o referido rio.

Dia 18 de Janeiro, meio-dia, hora em que esta nota está sendo divulgada na REVISTA DE ÁGUAS DE SÃO PEDRO, inexistem informações de qualquer tipo, sobre estes dois acontecimentos calamitosos, colocadas na internet pela mais insossa assessoria de comunicação do país.
Mais do que insossa, na realidade é notavelmente incapaz.

A Ong ÁGUAS DE SÃO PEDRO PARA TODOS, por exemplo, encaminhava um e-mail a seus internautas cadastrados informando sobre a queda da ponte, às 00h23m de hoje.
A GAZETA DE PIRACICABA, em sua edição de hoje, alertava os motoristas sobre o bloqueio da SP-304.
Assim o fazia também a EPTV, o semanário FOLHA DE SÃO PEDRO...

Silêncio, entretanto, no canal de informações da Prefeitura preocupada em não se sabe o quê.

18/01/2011
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Represa do Limoeiro, após a ruptura da barragem
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Dez minutos após a divulgação desta nota, a assessoria de comunicações da Prefeitura de Águas de São Pedro fez divulgar em seu site a seguinte informação:
Cabeceira do ribeirão Araquá desaba e trânsito fica interditado
Quem vai de São Pedro para Piracicaba precisa desviar pela rodovia Hermínio Petrin (SP-308), sentido Charqueada;

As chuvas de ontem a noite levaram parte da cabeceira da ponte do ribeirão Araquá, na divisa entre São Pedro e Águas de São Pedro. Engenheiros do DER (Departamento de Estradas de Rodagem) isolaram a área e devem fazer a colocação de faixas nas entradas dos municípios vizinhos para avisar sobre a interdição.
Na semana passada, o DER fez a colocação de cascalho misturado com cimento nas bases da ponte, mas não foi suficiente. Com o desabamento da ponte, os motoristas terão que usar as rodovias Hermínio Petrin (SP-308) e Carlos Mauro (SP-191).
Quem segue sentido Piracicaba a Águas de São Pedro deve desviar pela cidade de Charqueada, utilizando a SP-308. Já quem vem de Santa Maria da Serra para Piracicaba, também terá que utilizar o desvio por Charqueada, na SP-191.
A fiscalização e orientação no local será feita pela Polícia Militar Rodoviária e por funcionários do DER. Apesar disso, o prefeito Paulo Ronan (PSDB) alertou as autoridades regionais sobre a possibilidade do desabamento.
No início do mês, Ronan enviou um ofício ao diretor do DER, Danilo Dezan, pedindo a proibição de veículos pesados no trecho. A medida deveria ser colocada em prática nesta terça-feira, mas não houve tempo.
No documento, o prefeito afirma que fez contatos com os engenheiros desde o dia 10 de janeiro para a elaboração de um laudo de vistoria. “Já vínhamos atentando para esta situação desde quando o ribeirão subiu pela primeira vez. Felizmente ninguém se machucou, poderia ter sido pior.”
Agora, a prefeitura aguarda a liberação de uma verba emergencial por parte do governo estadual para dar início à recuperação do trecho.
A lamentar, se não mais a absoluta incapacidade informativa, a demora, imperdoável na boa prática jornalística.
Na mídia nem sempre os últimos serão os primeiros.
Seu testemunho chegou – repetimos – atrasado, em pelo menos doze horas. ainda que acompanhado por uma boa coleção de fotografias do desastre.
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Chuva estoura barragem da represa do Limoeiro
A Prefeitura de Águas de São Pedro a paciência!
A notícia sobre a falta de água, desde o passado dia 11 de Janeiro, na cidade de Águas de São Pedro, mereceu dois tratamentos muito diversos, quase antagônicos.
O oficial, através de uma nota elaborada pela assessoria de comunicação da Municipalidade, publicada nos jornais semanais da região, e a oficiosa, fornecida pela AMAAS.
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A administração municipal, em síntese, alega que:
(1) “Engenheiros da Sabesp estiveram toda esta semana monitorando o trecho e levaram duas bombas de captação de água para o ribeirão Araquá”.
(2) “O prefeito de Águas de São Pedro, Paulo Ronan (PSDB), disse que a prefeitura não pode arcar sozinha com os custos de uma nova barragem”.
(3) “Enquanto o problema não é solucionado, a prefeitura conta com a ajuda de um caminhão-pipa para abastecer pontos em que há falta de água”.
(4) “Tivemos alguns chamados de hotéis e pousadas que disseram estar com problemas no abastecimento e o caminhão-pipa está dando este auxílio. Não vamos deixar que nossos comerciantes e moradores sejam prejudicados por isso. Vamos normalizar o mais rápido possível”.
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Já a AMAAS, com menos cento e vinte palavras em sua nota, comunica que:
(1) “Estamos sem abastecimento de água em nossas residências já faz 4 dias devido ao estouro da barragem da represa do Limoeiro, principal ponto de captação de água de nosso município, como também a falência das bombas de água da SABESP que captam diretamente do Rio Araquá” .
(2) “Em contato com o Sr. Marcelo, atual responsável pelo escritório da SABESP... fomos informados que não há previsão para o conserto, pois dependem de material e mão de obra que deverá chegar em breve, tanto para o conserto das bombas como conserto da barragem”.
(3) “Obtivemos a informação que todos os municípes que necessitarem de água em sua residência deverão entrar em contato com a SABESP e solicitar um carro pipa. O Telefone da SABESP é 3482-1112. Ou poderá ir diretamente ao escritório da SABESP situado à Av. Antonio Joaquim de Moura Andrade nº 1039”.
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Há notáveis divergências entre ambas.
A da Prefeitura, em texto romântico-épico, transmite a impressão que carrega nas costas o impasse provocado pela ruptura da barragem.
A da AMAAS, pelo contrário, procura a SABESP que, sem firulas, explica o que supomos seja a realidade e aceita o encargo de subministrar água à comunidade, indicando endereço e telefone para as solicitações, o que a Prefeitura omite.

Outra informação dissonante, no comunicado da Prefeitura, é a alegação de que a administração está à míngua, em termos financeiros, para resolver o problema de extrema gravidade que é o da falta de água.
Estranho, porque para a queima de fogos de artifício, que nestas circunstâncias pode ser considerada uma futilidade, na passada noite de 31 de Dezembro, foram despendidos quase que trinta mil reais pela Municipalidade.

Para arrematar sobre o desvario entre os dois comunicados, o site oficial da Prefeitura estancou no passado dia 20 de Dezembro, logo sem informar absolutamente nada sobre este tema.
E para quê, dirão seus responsáveis?

Agora resta que cada um se ‘vire’ como possa!

15/01/2011
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As fortes chuvas que caíram em Águas de São Pedro durante esta semana estouraram a barragem da represa do Limoeiro, principal ponto de captação de água do município. Desde a terça-feira, 11, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) está fazendo o abastecimento de água na estância com as águas do ribeirão Araquá.

A represa do Limoeiro foi construída na década de 1930 pelo fundador de Águas de São Pedro, Octávio de Moura Andrade. A represa tem capacidade para atender uma demanda de até 10 mil habitantes. Em épocas de seca, a represa consegue uma autonomia de até oito horas sem que seja feito nenhum tipo de captação por parte da Sabesp.

Mesmo com as chuvas que caíram anteontem e ontem, a vazão da represa diminuiu mais de um metro. O local passava por uma limpeza de aguapés e os serviços tiveram que ser paralisados.

Engenheiros da Sabesp estiveram toda esta semana monitorando o trecho e levaram duas bombas de captação de água para o ribeirão Araquá. O prefeito de Águas de São Pedro, Paulo Ronan (PSDB), disse que a prefeitura não pode arcar sozinha com os custos de uma nova barragem.

“Não temos verba para isso. O mais certo seria firmarmos uma parceria entre o município, o Estado e a própria Sabesp, que é quem faz o tratamento de água”, afirmou o chefe do Executivo.

Enquanto o problema não é solucionado, a prefeitura conta com a ajuda de um caminhão-pipa para abastecer pontos em que há falta de água. “Tivemos alguns chamados de hotéis e pousadas que disseram estar com problemas no abastecimento e o caminhão-pipa está dando este auxílio. Não vamos deixar que nossos comerciantes e moradores sejam prejudicados por isso. Vamos normalizar o mais rápido possível”, afirmou Ronan.
Texto publicado pelos semanários A TRIBUNA e FOLHA DE SÃO PEDRO, em suas edições do dia 15 de Janeiro de 2011
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Associados e Amigos!

Como todos sabem, estamos sem abastecimento de água em nossas residências já faz 4 dias devido ao estouro da barragem da represa do Limoeiro, principal ponto de captação de água de nosso município, como também a falência das bombas de água da SABESP que captam diretamente do Rio Araquá .
Hoje estivemos em contato com o Sr. Marcelo, atual responsável pelo escritório da SABESP em nosso município e fomos informados que não há previsão para o conserto, pois dependem de material e mão de obra que deverá chegar em breve, tanto para o conserto das bombas como conserto da barragem.
Obtivemos a informação que todos os municípes que necessitarem de água em sua residência deverão entrar em contato com a SABESP e solicitar um carro pipa.
O Telefone da SABESP é 3482-1112
Ou poderá ir diretamente ao escritório da SABESP situado à Av. Antonio Joaquim de Moura Andrade nº 1039.
Esperamos que o serviço seja executado o mais breve possível e acabem com o transtorno que vem causando a falta de água.

Diretoria Executiva AMAAS
Nota recebida por e-mail às 21:27 do dia 14 de Janeiro de 2011
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